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22
outubro

#SouConfitec por Anderson Silva

#SouConfitec por Anderson Silva

Depois de 17 anos trabalhando em uma outra empresa, decidi que estava na hora de mudar de ares.

Isso foi em junho de 2019. Fiquei com medo da mudança; afinal, foram 17 anos na mesma empresa. “Mas as pessoas da Confitec pareceram tão legais!”, pensei comigo mesmo. Realmente, eu senti que o clima na Confitec era diferente de tudo que eu conhecia. Pude notar isso já nos primeiros contatos com o pessoal de RH e com o Marco Cezar, que viria a ser meu gestor. O tempo me mostrou que eu estava 100% certo.

Em março, veio a pandemia. Fiquei novamente com um certo receio, já que eu moro do outro lado da cidade. Mas a Confitec se adiantou e tratou de passar logo muita segurança para nós. Primeiro, ao tratar da migração para o home office. Depois, com 15 dias que já estávamos em casa, dando um status de que tudo estava indo muito bem. Mais 15 dias, e nova comunicação, informando que o resultado estava além do esperado. O CEO, Jailson, sempre mandava vídeos e o RH perguntava o tempo todo se precisávamos de algo, como nós estávamos, como estava a nossa casa e a nossa família.

No dia 8 de setembro, precisei me ausentar por alguns dias, por um motivo mais do que nobre: o nascimento da minha filha, a Luiza. Foi inacreditável receber mensagens à meia-noite, ainda na sala de cirurgia, do Valdemir, do RH, preocupado, querendo saber como estavam as coisas e se nós três estávamos bem.

Além do clima, do acolhimento, da liberdade que nós temos para colocar nossas ideias, um ponto que eu destaco sobre a minha experiência neste período em que eu estou na Confitec é a minha curva de aprendizado – sinto como se ela fosse verdadeiramente uma exponencial.

A troca de conhecimento é sempre muito intensa, não havendo qualquer distinção por hierarquia, tempo de casa ou qualquer outro critério. Todos se ajudam, todos trabalham juntos, unidos. É comum o gestor e o gerente se sentarem conosco para explicar, ouvir, debater e buscar soluções.

Trabalho no setor de grande porte e, neste momento, estou em dois projetos: um de sensoriamento remoto por satélites, monitorando sinistros na área agrícola e outro utilizando Inteligência Artificial, onde são realizados cálculos baseados nos impactos desses sinistros.

Acredito que eu ainda tenho muito a entregar para a Confitec e ela para mim. Espero continuar crescendo, aprendendo e avançando. Confitec é, sem dúvida, a minha segunda casa.