Depois de 17 anos trabalhando em uma outra empresa, decidi que estava na hora de mudar de ares.
Isso foi em junho de 2019. Fiquei com medo da mudança; afinal, foram 17 anos na mesma empresa. “Mas as pessoas da Confitec pareceram tão legais!”, pensei comigo mesmo. Realmente, eu senti que o clima na Confitec era diferente de tudo que eu conhecia. Pude notar isso já nos primeiros contatos com o pessoal de RH e com o Marco Cezar, que viria a ser meu gestor. O tempo me mostrou que eu estava 100% certo.
Em março, veio a pandemia. Fiquei novamente com um certo receio, já que eu moro do outro lado da cidade. Mas a Confitec se adiantou e tratou de passar logo muita segurança para nós. Primeiro, ao tratar da migração para o home office. Depois, com 15 dias que já estávamos em casa, dando um status de que tudo estava indo muito bem. Mais 15 dias, e nova comunicação, informando que o resultado estava além do esperado. O CEO, Jailson, sempre mandava vídeos e o RH perguntava o tempo todo se precisávamos de algo, como nós estávamos, como estava a nossa casa e a nossa família.
No dia 8 de setembro, precisei me ausentar por alguns dias, por um motivo mais do que nobre: o nascimento da minha filha, a Luiza. Foi inacreditável receber mensagens à meia-noite, ainda na sala de cirurgia, do Valdemir, do RH, preocupado, querendo saber como estavam as coisas e se nós três estávamos bem.
Além do clima, do acolhimento, da liberdade que nós temos para colocar nossas ideias, um ponto que eu destaco sobre a minha experiência neste período em que eu estou na Confitec é a minha curva de aprendizado – sinto como se ela fosse verdadeiramente uma exponencial.
A troca de conhecimento é sempre muito intensa, não havendo qualquer distinção por hierarquia, tempo de casa ou qualquer outro critério. Todos se ajudam, todos trabalham juntos, unidos. É comum o gestor e o gerente se sentarem conosco para explicar, ouvir, debater e buscar soluções.
Trabalho no setor de grande porte e, neste momento, estou em dois projetos: um de sensoriamento remoto por satélites, monitorando sinistros na área agrícola e outro utilizando Inteligência Artificial, onde são realizados cálculos baseados nos impactos desses sinistros.
Acredito que eu ainda tenho muito a entregar para a Confitec e ela para mim. Espero continuar crescendo, aprendendo e avançando. Confitec é, sem dúvida, a minha segunda casa.