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16
novembro

#SouConfitec por Rodrigo Moura

#SouConfitec por Rodrigo Moura

Quando eu entrei na Confitec, em 26 de janeiro de 2011, o primeiro escritório da empresa em São Paulo, ficava na Brigadeiro Luís Antônio, tinha apenas 20 profissionais. Hoje, eu tenho 22 colaboradores só na minha equipe.

Sempre gostei de trabalhar rápido, zerar as pendências e fazer mais. Como já tinha experiência acumulada em outras empresas, comecei como analista sênior, na equipe de projetos. Me lembro quando, assim que eu cheguei, recebi uma demanda e devolvi no fim do mesmo dia. “Mas esse era o trabalho de toda a semana”, disse surpreso meu coordenador. “Então, vou embora e volto na semana que vem”, brinquei.

Ao invés de reduzir o ritmo, comecei a pegar mais desafios, mais responsabilidades. Até que fui chamado para cobrir uma vaga na área de sustentação. “— Mas é só uma semana”, me disseram. Já se passaram 10 anos e eu continuo por lá.

Tínhamos acabado de implantar o ERP de seguros em dois ambientes. Fui convocado para apoiar o pessoal na migração. No início, tínhamos aproximadamente 800 ocorrências. Hoje, esse número não chega a 50.

Sempre contei com o apoio de muitas pessoas na Confitec. Em especial, o Rafael Bernardi, um cara ímpar em todos os sentidos, que se tornou uma referência para mim, me ajudou a crescer, me ensinou muita coisa. Outro que sempre foi – e continua sendo – um grande mentor, é o Pablus Marins. Dele, recebo até hoje importantes ensinamentos sobre como lidar cada vez melhor com o trabalho, com a equipe e com o cliente.

Em 2012, me tornei coordenador na equipe do Rafael Bernardi. Depois, ele foi para outra área e eu me tornei Gestor de sustentação em São Paulo.

Cinco anos depois, minha equipe sofreu uma separação. Mas foi algo que deixou todos nós muito felizes. Henrique Horich, um jovem talento, com um enorme potencial (que eu já tinha reconhecido na entrevista), assumiu a gerência de Sinistros e Resseguros, que se tornou uma área independente.

Em 2020, assumi toda a sustentação do sistema de ERP de seguros , incorporando também a equipe do Rio.

Nestes 9 anos, muita coisa aconteceu. Minha filha, Melissa, nasceu e minha esposa terminou a graduação e pós-graduação em Farmácia. Isso só foi possível porque eu confiava na Confitec e no meu futuro na empresa. E ela em mim.

Aliás, confiança é um valor central para a Confitec. Algo que nós percebemos no dia a dia, tanto nas relações com os clientes, quanto com os colaboradores. Mesmo com a pandemia, enquanto eu ouvia de vários amigos que eles estavam passando por cortes de salários e desligamentos, na Confitec conseguimos não só manter a equipe, como crescer, abrindo novas vagas.

Eu não me vejo fora da Confitec. Me sinto valorizado, me sinto parte da empresa. Sou Confitec!