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14
dezembro

O que realmente importa

O que realmente importa

Sou Gerente de projetos de grande porte há cinco anos e lidero uma equipe de 25 pessoas, que se divide entre a evolução de sistemas legados e o desenvolvimento de novas soluções para as companhias seguradoras. Entrei na Confitec como analista júnior, há 11 anos. Comecei trabalhando com análise e desenvolvimento web, com o desafio de desenvolver um novo portal para um cliente. Terminado esse projeto, resolvi sair da Confitec, mas senti tanta falta das pessoas e do ambiente da Confitec que voltei depois de 3 meses.

Na volta, pedi mais desafios. Minha coordenadora de projetos na época era a Valquíria. Aprendi muito com ela! Passados dois anos, tive a oportunidade de substituí-la, quando ela se afastou para assumir um outro cargo na Confitec.

Um ponto muito importante do nosso trabalho: procuramos conhecer a fundo as regras de negócio do cliente. Nesse sentido, tanto faz se desenvolvemos algo para um sistema antigo ou para um totalmente novo – o negócio é um só, não muda! Existe muita inovação em sistemas legados, só que essa inovação tem mais a ver com as evoluções dos produtos (seguros) do que da tecnologia propriamente dita.

Ser gestor de uma equipe era um sonho antigo, que eu alimentava desde a minha entrada na faculdade de TI. Hoje, posso dizer com toda tranquilidade: o maior desafio e as maiores conquistas têm a ver com a gestão de pessoas! É preciso ter muito tato porque o ser humano não é previsível – cada um reage de uma forma diferente. Existem metodologias para administrar conflitos, para estimular, engajar, resgatar… Mas não tem técnica que supere a sensibilidade. Só com a experiência a gente aprende a identificar as nuances de cada pessoa, como cada um trabalha, se motiva, se desconecta, se reconecta… É um constante – e eterno – aprendizado!

Meu maior orgulho é olhar para o nosso time e saber que todos lutam juntos, entendem os objetivos, se entregam e se comprometem de verdade, por vontade própria. É muito marcante o espírito de união e cooperação!

Acabamos de entregar um projeto muito grande, muito importante, rico em aprendizado para mim e para toda a equipe. Aliás, essa equipe está hoje espalhada pelos vários cantos do Brasil – Bahia, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo. O melhor é que estamos distantes fisicamente, mas unidos como se estivéssemos todos na mesma sala. O que fez com que conseguíssemos alcançar os objetivos em um prazo bastante apertado foi o esforço de todos em aprender, questionar e descobrir. De nada adianta entender de tecnologia se não formos capazes de entender o negócio, o que acontece no mundo real, quais são as implicações de tudo que nós desenvolvemos.

Ou seja: precisamos conhecer a fundo as regras do jogo e, acima de tudo, cuidar dos nossos jogadores!